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domingo, 28 de março de 2010

Negocio.


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segunda-feira, 22 de março de 2010

Abolição Animal JÁ!!!!!!!!!!!


Sociólogo defende fim da propriedade dos animais

Os direitos dos animais estão sendo cada vez mais discutidos e seus militantes defendem os mais diversos pontos de vista. O sociólogo Roger Yates é um defensor dos animais desde os anos 70 e recentemente se juntou ao abolicionismo, uma das vertentes mais radicais do movimento. O abolicionismo defende o fim de toda propriedade humana sobre os animais e o pacifismo como forma de luta. Ele explicou suas ideias numa entrevista à Galileu:
Foto: Reprodução/ Revista Galileu

Você é um sociólogo. Como a sociologia pode nos ajudar a entender a questão dos animais?

A sociologia nos ajuda a entender como tratamos os animais porque ela olha a sociedade e pensa suas atitudes. Ela olha o modo como as pessoas se adaptam às regras e valores, o modo como somos levados a olhar de modo diferente os humanos e não humanos. Nós ensinamos nossas crianças que é certo usar os animais, mas sem causar sofrimento desnecessário. A sociologia nos ajuda a entender o especismo: por que pensamos que somos mais importantes, por que valorizamos as vidas de formas diferentes.

Então a gente não é mais importante que os animais?

Precisamos ver o quanto racionalizamos nossa importância. Os não humanos querem viver tanto quanto a gente, é um mal matar um animal e há um senso de igualdade quando comparamos nossas vidas. Somos treinados socialmente a resistir a essa ideia e achá-la tola e sentimental.

A resposta então é o abolicionismo?

O abolicionismo está deslanchando, se tornando um movimento substancial nos EUA e na Europa. É uma ideia nova, que existe há uns cinco anos. É diferente dos movimentos dos anos 70, 80 e 90; uma versão radical dos movimentos pelo bem-estar animal e pela libertação dos animais. Por exemplo, defendemos o veganismo, não o vegetarianismo. É um movimento que foi inspirado pelas ideias de Gary Francione.

Quais deveriam ser os direitos dos animais?

Falamos simplesmente de um direito: o direito a não ser uma propriedade. Podemos destrinchá-lo em outros: o direito à integridade, a não sofrer, a ser deixado sozinho sem a interferência humana. Moralmente, devemos lembrar que não podemos ser seus donos. Quando vemos uma árvore, tendemos a pensar que ela é nossa. Isso vem da teologia, porque pensamos que o mundo é nosso, foi dado pra gente por Deus. O que penso é que existem outros seres que têm tanto direito à Terra quanto a gente.

Você disse que é vegan. Por que não um vegetariano?

Nós vemos muito criticamente o consumo de derivados de leite. Há tanto sofrimento numa fazendo de gado leiteiro quanto numa de gado para corte. Um vegetariano que come muitos laticínios está causando mais mal do que alguém que come carne, mas poucos derivados de leite. Acho que isso tem muito a ver com pressão social e amigos. Se você se apresenta como vegetariano, não parece tanto um louco do que quando você é um vegan.

O que você pensa sobre os animais domésticos?

O problema com esses animais é que nós os geramos e selecionamos sua raça. Alguns animais de pedigree não podem fazer sexo, seus olhos caem, têm problemas horríveis de esqueleto por causa de seu formato. Nossa técnica de cruzamento de cães tê causado muitos problemas para eles: cachorros muito pequenos, muito grandes, cachorros que têm problemas de pele. Se você olhar para os animais de pedigree, verá uma situação de pesadelo.

E temos o direito de ser donos desses animais?

Acho que não. Muita gente pensa que nossa relação com os animais é simbiótica e que não há problema, mas a instituição de possuir um animal já é problemática. Eu sei que é uma das questões mais complicadas dos direitos dos animais, porque é um tanto radical. Eu não quero banir nada, quero uma mudança de consciência. É um tanto utópico, os direitos animais são baseados numa mudança cultural.

Devemos fazer o que então? Abandonar nossos cães e gatos?

É obvio que devemos cuidar dos que já existem, mas não deveríamos produzir mais. Você pode dizer que é uma questão de oferta e demanda. Quando a demanda diminuir, a oferta vai diminuir também. Porque a criação de animais virou um negócio, existem muitos criadores por aí.

Mas hoje em dia os cachorros só sobrevivem em convivência com humanos.

É por isso que eles deveriam diminuir aos poucos. É claro que alguns animais até podem existir livremente sem nossa interferência, mas esse não é o caso de poodles e chihuahas. Temos que pensar nesse problema que criamos, e o primeiro passo é mostrar para as pessoas que é um problema.

Qual seria a relação perfeita entre homem e animais?

Precisamos entender que temos responsabilidades com eles, e, obviamente, eles não têm responsabilidades conosco. Devemos respeitá-los como possuidores de direitos. No momento estamos fundando essa nova relação entre humanos e animais, somos pioneiros. Muitas pessoas se frustram com a demora das mudanças sociais. Eu, como sociólogo, entendo que a mudança é geracional. As pessoas têm que estar acostumadas às novas ideias antes de aceitá-las. Meu trabalho é fazer essa fundação, para que os que vierem depois de mim façam seu trabalho.

Porque você foi preso nos anos 80?

Eu era assessor de imprensa da Animal Liberation Front, que se envolveu em uma situação ilegal (parte do grupo passou a sabotar lojas que negociavam peles de animais). Eu não estava envolvido, mas houve um movimento das autoridades de atacar o pessoal da imprensa. Foi uma daquelas situações esquisitas en que aqueles que escreveram sobre situações ilegais pegaram mais tempo de cadeia do que aqueles que as praticaram. É o modo de os agentes lidarem com movimentos mais radicais, tentam silenciá-los. Foi um dos primeiros julgamentos sobre os direitos dos animais.

Você só luta pelos direitos dos animais?

Eu estive envolvido em movimentos tanto pelos direitos dos animais quanto pelos humanos. Sempre me envolvi em movimentos contra o tráfico de humanos e a escravidão moderna, isso é que mais me incomoda. Se as pessoas ainda desrespeitam os direitos dos outros seres humanos, isso explica nossa incapacidade de respeitar os animais.

Fonte: Revista Galileu

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Não se Torture.



O mestre Lu-Tzu diz:


"Quando se começa a levar adiante a decisão, cuidados
devem ser tomados para que tudo possa acontecer de uma

maneira confortável e relaxada."



Essa é a primeira coisa a ser entendida. Uma vez que você tome a

decisão de seguir o caminho para dentro, uma vez que você tome a

decisão de ser um sannyasin, de ser um meditador, uma vez que você tome a

decisão que agora o interior está chamando e você vai procurar

e buscar pela questão 'Quem sou?', então a primeira coisa a ser lembrada

é: não se mova de uma maneira tensa. Mova-se de uma maneira

muito relaxada, certifique-se de que sua jornada interior está

confortável. Isso agora é de imensa importância.


Normalmente esse primeiro erro acontece a todo mundo. As pessoas

começam a fazer sua jornada interior desnecessariamente

complicada, desconfortável. Isso acontece por uma certa razão. As

pessoas estão raivosas com os outros em sua vida normal. Elas estão

violentas com os outros. Em suas extrovertidas jornadas normais elas

são sádicas: elas gostam de torturar os outros, de derrotar os outros, de

competir com os outros, de conquistar os outros. Todo o seu prazer

está em como fazer os outros se sentirem inferiores a elas.

Isso é a sua jornada extrovertida. Isso é a política. Essa é a mente

política, constantemente tentando tornar-se superior aos outros,

legalmente ou ilegalmente, mas mantendo o constante esforço para

derrotar os outros, a qualquer custo. Mesmo que o outro tenha que

ser destruído, então que ele seja destruído. Mas há que se vencer: ser o

primeiro-ministro, ser o presidente, ser isto ou aquilo, a qualquer

custo. E todos são inimigos, pois todos são competidores.

Lembre-se disto: toda a sua educação prepara-o e dá-lhe prontidão para

lutar. Ela não o prepara para a amizade e o amor; ela o prepara

para o conflito, a inimizade e a guerra.

Sempre que há competição, é muito provável que exista

inimizade. Como você pode ser amigável com pessoas que estão

competindo consigo, que são perigosas para você e para quem você é

perigoso? Ou elas vencerão e você será derrotado, ou você será o

vencedor e elas terão que ser derrotadas.

Assim, tudo o que vocês chamam de amizade, é simplesmente uma

fachada, uma formalidade. É um tipo de lubrificante que faz a vida se

movimentar suavemente, mas no fundo ninguém é amigo. Mesmos os

amigos não são amigos pois eles estão se comparando, uns com os

outros, brigando uns com os outros. Este mundo tornou-se um campo

de guerra devido à educação orientada para a ambição e a política.

Quando um homem se volta para dentro o problema surge: o que ele

fará com sua raiva, inimizade, agressão e violência? Agora ele está só;

ele começará a se torturar, ele ficará raivoso consigo mesmo. Isto é o

que são os chamados Mahatmas. Por que eles se torturam? Por que eles

jejuam? Por que eles se deitam em camas de espinho? Quando existe

uma árvore com uma bela sombra, por que eles permanecem em pé sob

o sol quente? Quando está quente, por que eles se sentam ao lado do

fogo? Quando está frio, por que eles permanecem em pé nus dentro dos

rios ou na neve? Estes são os políticos invertidos. Primeiro eles

estavam brigando com os outros. Agora não há com quem brigar e eles

estão brigando consigo mesmos.

Eles são esquizofrênicos, eles estão divididos. Agora é uma guerra civil,

eles estão lutando contra o corpo. O corpo é a vítima dos seus

chamados Mahatmas. O corpo é inocente, ele não fez coisa alguma

errada para você, mas as suas chamadas religiões seguem ensinando

que o corpo é o inimigo; torture-o.

A jornada extrovertida era uma jornada de sadismo. A introvertida se

torna uma jornada de masoquismo, você começa a se torturar. E

existe um certo prazer, uma certa alegria pervertida em se torturar. Se

você pesquisar na história, ficará surpreso, você não acreditará no que

o homem tem feito consigo mesmo.

Pessoas têm ferido seus corpos e têm mantido aquelas feridas sem curá-

las; porque o corpo é o inimigo. Existem seitas cristãs, seitas hindus,

seitas jainas e muitas outras que se tornaram muito astutas, habilidosas

e eficientes no que diz respeito à tortura do próprio corpo. Eles

desenvolveram grandes métodos de como torturar o corpo. (...)

Toda espécie de estupidez tornou-se possível por causa de um simples

erro. O erro é: enquanto você vive externamente, você tentar fazer com

que a vida seja difícil para os outros; e quando você começa a se voltar

para dentro, existe uma possibilidade de que a velha mente tentará

fazer com que a sua vida seja difícil. Lembre-se de que o buscador

interior tem que estar confortável, porque somente numa situação

confortável, num estado relaxado, alguma coisa pode

acontecer.

Quando você está tenso e desconfortável, nada é possível. Quando

você está tenso e desconfortável, sua mente está preocupada, você não

está num espaço de silêncio. Quando você está faminto, como você

pode estar num espaço de silêncio. E as pessoas têm ensinado a jejuar e

dizem que o jejum o ajudará a meditar.

Uma vez ou outra, o jejum pode ajudá-lo a ter uma saúde melhor, ele

tirará alguns quilos do seu corpo, quilos desnecessários. Mas o jejum

não pode ajudar a meditação. Quando você está jejuando,

constantemente estará pensando em comida. (...)

As pessoas que estão reprimindo suas fomes, estão constantemente

pensando em comida. É natural. Como você consegue meditar? Quando

você está jejuando, cardápios e mais cardápios começam a flutuar em

sua mente, eles vêm de todos os lugares; belos pratos. Com todo o

cheiro de comida, pela primeira vez você começará a sentir que seu

nariz está vivo, e que sua língua está viva. É bom jejuar de vez em

quando para que você possa se interessar novamente pela comida, mas

isso não é bom para a meditação. É bom para que seu corpo fique um

pouco mais sensitivo e assim você possa saborear novamente. O jejum

deve estar a serviço da festa.

É bom não comer de vez em quando, assim o apetite pode voltar. Para a

saúde é bom, mas a meditação nada tem a ver com isso. Será mais

difícil meditar quando você está com fome do que quando você está

totalmente satisfeito. Sim, comer demais lhe trará problemas de novo,

porque quando você come em demasia você se sente sonolento. E

quando você não come nada você se sente faminto.

Estar no meio é o caminho certo: o Meio Dourado.

Coma de modo que você não sinta fome, mas não coma demais para

você não ficar sobrecarregado, sonolento. E a meditação será mais fácil.

O Meio Dourado tem que ser seguido de todas as maneiras, em todo

tipo de situações.

Esteja confortável, esteja relaxado. Não há qualquer necessidade de se

torturar, nem de criar problemas desnecessários. Abandone essa

mente de raiva, violência e agressão; e somente então você

conseguirá mover-se para dentro. Porque somente numa consciência

relaxada é possível flutuar internamente, cada vez mais fundo. Em

completo relaxamento alcança-se o centro mais interno. (...)"

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010


Revista UFO nº119, Fevereiro de 2006.

Artigo de Cláudio T. Suenaga, consultor.

A Granja Humana

Seria os seres humanos apenas gado para ETs?

“Esse direito – o de matar um veado ou uma vaca – nos parece natural porque nos estamos no alto da hierarquia, mas bastaria que um terceiro entrasse no jogo para mudar a situação.
Por exemplo, um visitante de outro planeta, a quem Deu$ tivesse dito: ‘Tu reinaras sobre as criaturas de todas as outras estrelas’.
O homem, atrelado à carroça de um marciano, e eventualmente grelhado no espeto por um visitante da Via-Láctea, talvez se lembrasse da costela de vitela que tinha hábito de cortar em seu prato. “Pediria, tarde demais, desculpar à vaca” Milan Kundera, escritor tcheco, em 1929.

Agencia Humanidade, na defesa dos Direitos Animais, da Libertação ou Abolicionismo.

Use este produto e colabore nesta grande obra de ação sócio-ambiental.

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Tentar ser como Jesus.

“Quem me segue não andara em trevas, mas terá a luz da vida”. (João 8:12)

Especismo= Atitudes racistas em relação a espécie diferente.



Decreto Federal nº. 24635, todo animal é tutelado do Estado.
Emenda Constitucional. Inciso V do parágrafo 1º do art. 225 da Constituição Federal. (autoriza o próprio legislador a decretar o Abolicionismo Animal).
Os animais hoje são considerados simples maquinas automatas destinadas a servir de mera engrenagem dentro do processo de exploração econômica dos recursos naturais pela sociedade industrial emergente.

“Mede-se o grau de civilização de um povo pela forma como ele trata os animais”. Abraham Lincoln

“O erro da ética ate o momento tem sido a crença de que só se deve aplica-la em relação aos homens”. Dr. Albert Schweitzer

“Quem mata um boi é como o que tira a vida de um homem”; Isaías 66:3
“A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana”. Charles Darwin

Livro “Jesus dos 13 aos 30 Anos” Francisco Klors Werneck

Issa ensinou ainda aos pagãos que não se esforçassem por ver o Espírito Eterno, mas procurassem senti-lo pelo coração e, por uma alma verdadeiramente pura, buscassem tornar-se dignos de seus favores.
“Não somente, dizia-lhes ele, não executeis sacrifícios humanos, mas, em geral, não imoleis nenhum animal a que a vida foi dada, porque tudo que foi crisdo o foi para foi para ser útil ao homem”.


Exemplo de Amor Verdadeiro é o do Cão pelo seu Dono.

Por Selso Barden.

“O Emprego é uma Evolução da Escravidão”.

Dizem que o cão é o melhor amigo do homem, em razão disso os dois se amam e trocam favores enquanto recebe alimento o cão defende seu dono ate a morte.
Assim como o cão todo ser vivo algum dia foi livre e o homem se autodetermina o mais importante da terra. Que diz amar seu amigo, o prende por quê? Porque o verdadeiro amor do homem esta em si mesmo, sem perceber ele deseja a presença do cão no seu lado e força sua dependência adestrando-o.
Quem ama liberta.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Newsletter AH



Coluna no Jornal À Platéia Domingo, 22 de novembro de 2009, comentario de:
Afonso Antunes da Motta
Advogado e Produtor Rural em Alegrete
douglas.espindola@rbstv.com.br

Aumento da dívida pública

A dívida pública da maior parte dos países do mundo, em particular na Europa e Estados Unidos, cresceu assustadoramente.

Algumas situações chegam a alcançar um incremento equivalente a todo o respectivo PIB, que é a produção econômica de um ano inteiro.
Para superar esta dificuldade, será fundamental que seja restaurada pelos governos a disciplina fiscal.
Entretanto, todos sabem que a situação se originou pelas medidas de emergência que foram adotadas para salvar o sistema financeiro e para combater a recessão econômica.
Mesmo que estas deliberações tivessem por objetivo atender o interesse publico, alcançando grande soma de recursos para estimular a atividade econômica é de se questionar, antes de tudo, quais as efetivas possibilidades de uma nova recuperação econômica neste momento no mundo globalizado.
É claro que todo este dinheiro emitido pelos governos evitou um derretimento financeiro e uma perda generalizada de confiança, mas o nível da incerteza permanece elevado e ainda temos que admitir o risco de novas ocorrências negativas afetarem o sistema financeiro global.

Com efeito, não é suficiente a bolsa subir, nem tampouco alguns índices de crescimento em regiões do mundo, para inverter a curva negativa.
É preciso efetivamente do ponto de vista econômico, com uma recuperação homogênea e a expansão do mercado internacional, regularizando as relações comerciais e suprimindo as regras protecionistas.

Só assim estaremos evitando uma nova bolha, que poderá determinar a renovação do dilema para os governos de emitir dinheiro novo para salvar o mercado.

Não devemos esquecer igualmente, que estão intimamente relacionados com o incremento da divida publica e a gestão fiscal questões outras como, aumentos e garantias aos funcionários públicos, serviços de saúde e custos financeiros relacionados com o déficit orçamentário pela gestão dos governos neste período critico da crise.

Neste ponto, reside a principal questão política e que diz respeito a todos nos cidadãos.
Como o que vem antes é de natureza emergencial e estas circunstancias permitem que o Estado “de per si” tome a decisão de emitir dinheiro e destina-lo em grande monta para atender o que e próximo ou intimo dos cidadões.
Quero me referir a carência absoluta de recursos para a saúde, educação e segurança, onde se encontra a maior demanda social.

Também se inclui neste campo, a justa reivindicação dos aposentados ou funcionários dos Governos.


Neste sentido, como se trata de escolha temos sempre de questionar onde esta o interesse publico de maior significado e para donde deve ser direcionada a prioridade da política publica?

E mais, se ocorrerem novas situações de desmerecimento financeiro, presente as dificuldades atuais, os governos deverão ampliar mais ainda a divida publica?

No meu sentir este debate é imprescindível.
Lamentavelmente, o determinismo econômico, a precariedade dos valores e das referencias éticas e uma propaganda enganosa por parte daqueles que detém o poder econômico, não tem permitido o aprofundamento destes temas de tanta importância para o futuro.

Tenho apontado com critica moderada este movimento que leva tudo por diante e compra tudo, como uma arma poderosa e destruidora dos valores, referencia e escolhas coletivas do povo.
Minha critica e moderada, porque não posso desconhecer as complexidades contemporâneas da globalização.

A dificuldade de estabelecer uma nova ordem internacional, um modelo de Estado que atenda as expectativas do povo e que melhore a qualidade de vida. Na verdade é tabuleiro de xadrez.

Um constante jogo de poder e um conjunto de imposições determinadas por uma entidade virtual, que ninguém sabe o que é sua estrutura ou funcionamento e que os arautos começam a qualificar como “Governo Global”.
Esta entidade suprema, que não consegue estimular o debate sobre questões relevante, nem regulamentar o movimento do capital especulativo e muito menos vencer os problemas da fome, miséria e desigualdades, possa a intervir decisivamente na nossa vida.

Para ter vez e voz nesse organismo é que um governante resolve investir bilhões na compra de aviões de guerra, emprestar dinheiro ao FMI, ou mediar conflitos que aparentemente nada tem a ver conosco.
Entretanto, gostemos ou não, é neste contexto que o nosso futuro de Nação esta esboçado.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010


Projeto de Lei: Abolição Animal.

Agencia Humanidade programa de erradicação da violência, movimento abolicionista e libertador, projeto sócio-ambiental, manifesto pela libertação dos animais, convoca a comunidade para a realização do projeto Abolição Animal.

Idealizador Dario Correa, educador social/pesquisador.

“A arte de ensinar consiste em começar ensinando a si mesmo”.

Violência: Desrespeito para com a vida.

“Os animais também querem liberdade”.

Fazer do município de Santana do Livramento zona livre do comercio, exploração e domesticação de animais, silvestres ou não.
Os mesmos não podendo servir como meios de alimentos, recreação ou mascotes. Pois entendemos que os animais não são meios para os fins humanos, servindo para atender nosso interesse econômico ou estético. Fazendo assim campanha por uma nova postura ética, moral e ambiental.

Proposta:

Ampla liberdade aos mesmos, sendo crime por lei a morte, uso ou qualquer tipo de exploração a todo tipo e espécie de animal, considerando que o mesmo causa um desequilíbrio ambiental e psicoemocional no homem prejudicando a natureza e em conseqüência o bem estar das pessoas.


Considerações:

“Sacrificar os animais é algo contrario a natureza humana”.

O comercio de animais é um genocídio.

Os progressos tecnológicos, o maior causador de doenças, como podem ver no índice de causas de morte.

Nada justifica o escravismo, independente de que espécie seja. Quando uma pessoa justifica usar outros animais para não usar humanos ele esta apenas colocando os homens acima deles, e nesse sentido não tem diferença alguma entre especista e nazistas.

Especismo= Atitudes racistas em relação a espécie diferente.

Baseado em estudos, de conceitos, todos os animais nascem iguais perante a vida e tem os mesmos direitos à existência.

“A questão não é se eles pensam ou eles falam, a questão é: eles sofrem”. Jeremy Bentham

Direitos Animais são uma evolução dos Direitos Humanos.

Animais não são produtos, não pertencem aos humanos, é dever ter seus direitos respeitados.

Emenda constitucional inciso VII do parágrafo 1º do artigo 225 da constituição dispõe do poder publico e a coletividade proteger a fauna, sem qualquer distinção, proibindo condutas que submetam os animais a crueldade, e lhes autoriza o próprio legislador ordinário a decretar a abolição e toda e qualquer exploração dos animais.
Que o animal seja reconhecido como sujeito de fato e de direito o principio moral da igualdade.
Lutamos pela vida, pela diversidade e pelo futuro da humanidade e de todas as coisas vivas.
Bilhões de seres são confinados, torturados e sacrificados a cada ano por nossa espécie. Este massacre desumanizador pode ser perfeitamente evitado – desde que se deixe de rebaixar os animais ao status de propriedade.

70 % da soja produzida desaparecem no coxo de ração dos animais.

Para produzir 1 kg de carne são necessários mais de 100 mil litros de água.

Para produzir 1 kg de trigo menos de 900 litros.

Propriedade base para a escravidão.

AH Protesta pro animal, a voz dos sem voz, na defesa dos direitos animais, da libertação ou abolicionismo, preconiza uma organização animal sem qualquer controle das pessoas, em que os indivíduos viveriam livremente, voltando a ser nativo defendido por lei como partes da natureza (Humanología).


Decreto federal nº. 24635, todo animal é tutelado do estado.

Não há nada de igualmente degradante e degenerativo para nossa humanidade do que comer um outro ser animal!

“Os animais são pessoas, como nos somos animais”. Teixeira Pascoaves

Os animais hoje são considerados simples maquinas automatas destinadas a servir de mera engrenagem dentro do processo de exploração econômica dos recursos naturais pela sociedade industrial emergente.

“Mede-se o grau de civilização de um povo pela forma como ele trata os animais”. Alexander Von Humbldt

“Não me interessa nenhuma religião cujos princípios não melhoram nem tomam em consideração as condições dos animais”. Abraham Lincoln

“O erro da ética ate o momento tem sido a crença de que só se deve aplicá-la em relação aos homens”. Dr. Albert Schweitzer

“Quem mata um boi é como o que tira a vida de um homem”. Isaías 66:3

“A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana”. Charles Darwin

“Enquanto o homem continuar a ser destruidor impiedoso dos seres animados inferiores, não conhecerá a saúde nem a paz. Enquanto os homens massacrarem os animais eles se matarão uns aos outros. Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor”. Pythagoras

“Não haverá justiça enquanto o homem empunhar uma faca o uma arma e destruir aqueles que são mais fracos que ele”. Issac Bashevis Singer (Nobel-1978)

“Eu não tenho duvidas que é parte do destino da raça humana, na sua evolução gradual, parar d comer animais”. Hery David Thoreau

“Virá o dia em que a matança de um animal será considerada crime tanto quanto o assassinato de um homem”. Leonardo da Vinci

“O animal selvagem e cruel não é aquele que esta atrás das grades. É o que esta na frente delas”. Axel Munthe

O vegetarianismo contribui para o equilibrio psico físico da pessoa e nos orienta para uma coerência ética na causa pelos direitos animais. Tudo que faremos a eles faremos a nos mesmos.

Os animais são diferentes não inferiores!

O movimento Direitos Animais trabalha basicamente com dois planos.

Educativo.

Jurídico.

Chega de exploração animal!

Direito Animal: A não ser propriedade de ninguém, e não ser torturado nem privado de sua liberdade.

“No necesitamos una nueva moral solo tenemos que dejar de excluir de la moral existente a animales de manera aleatória y sin razon aparente”. Helmut F. Kaplan

Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei, como o são os direitos do homem.

Lei nº. 10.406, de 10 de janeiro de 2002 artigo 1.228.
“O direito de propriedade deve ser exercido em consonância com as finalidades econômicas e sociais de modo que sejam preservados de conformidade com o estabelecimento em lei especial, a flora, a fauna, as belezas naturais, o equilíbrio ecológico e o patrimônio histórico e artístico, bem como evitada a poluição do ar e das águas”.
(Propriedade vinculada a ação social, ambiental e animal).

“Aos homens devemos justiça, mas aos animais devemos solicitude e benevolência”. Montaigne

Homem: Parasita da natureza e do mundo, filho do direito de propriedade, tudo tomou e nada deu.



Santana do Livramento, 26 de janeiro de 2010.