domingo, 31 de janeiro de 2010

Agencia Humanidade - Caminhos da Paz, Publicidade & Marketing: Newsletter AH

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Newsletter AH



Coluna no Jornal À Platéia Domingo, 22 de novembro de 2009, comentario de:
Afonso Antunes da Motta
Advogado e Produtor Rural em Alegrete
douglas.espindola@rbstv.com.br

Aumento da dívida pública

A dívida pública da maior parte dos países do mundo, em particular na Europa e Estados Unidos, cresceu assustadoramente.

Algumas situações chegam a alcançar um incremento equivalente a todo o respectivo PIB, que é a produção econômica de um ano inteiro.
Para superar esta dificuldade, será fundamental que seja restaurada pelos governos a disciplina fiscal.
Entretanto, todos sabem que a situação se originou pelas medidas de emergência que foram adotadas para salvar o sistema financeiro e para combater a recessão econômica.
Mesmo que estas deliberações tivessem por objetivo atender o interesse publico, alcançando grande soma de recursos para estimular a atividade econômica é de se questionar, antes de tudo, quais as efetivas possibilidades de uma nova recuperação econômica neste momento no mundo globalizado.
É claro que todo este dinheiro emitido pelos governos evitou um derretimento financeiro e uma perda generalizada de confiança, mas o nível da incerteza permanece elevado e ainda temos que admitir o risco de novas ocorrências negativas afetarem o sistema financeiro global.

Com efeito, não é suficiente a bolsa subir, nem tampouco alguns índices de crescimento em regiões do mundo, para inverter a curva negativa.
É preciso efetivamente do ponto de vista econômico, com uma recuperação homogênea e a expansão do mercado internacional, regularizando as relações comerciais e suprimindo as regras protecionistas.

Só assim estaremos evitando uma nova bolha, que poderá determinar a renovação do dilema para os governos de emitir dinheiro novo para salvar o mercado.

Não devemos esquecer igualmente, que estão intimamente relacionados com o incremento da divida publica e a gestão fiscal questões outras como, aumentos e garantias aos funcionários públicos, serviços de saúde e custos financeiros relacionados com o déficit orçamentário pela gestão dos governos neste período critico da crise.

Neste ponto, reside a principal questão política e que diz respeito a todos nos cidadãos.
Como o que vem antes é de natureza emergencial e estas circunstancias permitem que o Estado “de per si” tome a decisão de emitir dinheiro e destina-lo em grande monta para atender o que e próximo ou intimo dos cidadões.
Quero me referir a carência absoluta de recursos para a saúde, educação e segurança, onde se encontra a maior demanda social.

Também se inclui neste campo, a justa reivindicação dos aposentados ou funcionários dos Governos.


Neste sentido, como se trata de escolha temos sempre de questionar onde esta o interesse publico de maior significado e para donde deve ser direcionada a prioridade da política publica?

E mais, se ocorrerem novas situações de desmerecimento financeiro, presente as dificuldades atuais, os governos deverão ampliar mais ainda a divida publica?

No meu sentir este debate é imprescindível.
Lamentavelmente, o determinismo econômico, a precariedade dos valores e das referencias éticas e uma propaganda enganosa por parte daqueles que detém o poder econômico, não tem permitido o aprofundamento destes temas de tanta importância para o futuro.

Tenho apontado com critica moderada este movimento que leva tudo por diante e compra tudo, como uma arma poderosa e destruidora dos valores, referencia e escolhas coletivas do povo.
Minha critica e moderada, porque não posso desconhecer as complexidades contemporâneas da globalização.

A dificuldade de estabelecer uma nova ordem internacional, um modelo de Estado que atenda as expectativas do povo e que melhore a qualidade de vida. Na verdade é tabuleiro de xadrez.

Um constante jogo de poder e um conjunto de imposições determinadas por uma entidade virtual, que ninguém sabe o que é sua estrutura ou funcionamento e que os arautos começam a qualificar como “Governo Global”.
Esta entidade suprema, que não consegue estimular o debate sobre questões relevante, nem regulamentar o movimento do capital especulativo e muito menos vencer os problemas da fome, miséria e desigualdades, possa a intervir decisivamente na nossa vida.

Para ter vez e voz nesse organismo é que um governante resolve investir bilhões na compra de aviões de guerra, emprestar dinheiro ao FMI, ou mediar conflitos que aparentemente nada tem a ver conosco.
Entretanto, gostemos ou não, é neste contexto que o nosso futuro de Nação esta esboçado.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010


Projeto de Lei: Abolição Animal.

Agencia Humanidade programa de erradicação da violência, movimento abolicionista e libertador, projeto sócio-ambiental, manifesto pela libertação dos animais, convoca a comunidade para a realização do projeto Abolição Animal.

Idealizador Dario Correa, educador social/pesquisador.

“A arte de ensinar consiste em começar ensinando a si mesmo”.

Violência: Desrespeito para com a vida.

“Os animais também querem liberdade”.

Fazer do município de Santana do Livramento zona livre do comercio, exploração e domesticação de animais, silvestres ou não.
Os mesmos não podendo servir como meios de alimentos, recreação ou mascotes. Pois entendemos que os animais não são meios para os fins humanos, servindo para atender nosso interesse econômico ou estético. Fazendo assim campanha por uma nova postura ética, moral e ambiental.

Proposta:

Ampla liberdade aos mesmos, sendo crime por lei a morte, uso ou qualquer tipo de exploração a todo tipo e espécie de animal, considerando que o mesmo causa um desequilíbrio ambiental e psicoemocional no homem prejudicando a natureza e em conseqüência o bem estar das pessoas.


Considerações:

“Sacrificar os animais é algo contrario a natureza humana”.

O comercio de animais é um genocídio.

Os progressos tecnológicos, o maior causador de doenças, como podem ver no índice de causas de morte.

Nada justifica o escravismo, independente de que espécie seja. Quando uma pessoa justifica usar outros animais para não usar humanos ele esta apenas colocando os homens acima deles, e nesse sentido não tem diferença alguma entre especista e nazistas.

Especismo= Atitudes racistas em relação a espécie diferente.

Baseado em estudos, de conceitos, todos os animais nascem iguais perante a vida e tem os mesmos direitos à existência.

“A questão não é se eles pensam ou eles falam, a questão é: eles sofrem”. Jeremy Bentham

Direitos Animais são uma evolução dos Direitos Humanos.

Animais não são produtos, não pertencem aos humanos, é dever ter seus direitos respeitados.

Emenda constitucional inciso VII do parágrafo 1º do artigo 225 da constituição dispõe do poder publico e a coletividade proteger a fauna, sem qualquer distinção, proibindo condutas que submetam os animais a crueldade, e lhes autoriza o próprio legislador ordinário a decretar a abolição e toda e qualquer exploração dos animais.
Que o animal seja reconhecido como sujeito de fato e de direito o principio moral da igualdade.
Lutamos pela vida, pela diversidade e pelo futuro da humanidade e de todas as coisas vivas.
Bilhões de seres são confinados, torturados e sacrificados a cada ano por nossa espécie. Este massacre desumanizador pode ser perfeitamente evitado – desde que se deixe de rebaixar os animais ao status de propriedade.

70 % da soja produzida desaparecem no coxo de ração dos animais.

Para produzir 1 kg de carne são necessários mais de 100 mil litros de água.

Para produzir 1 kg de trigo menos de 900 litros.

Propriedade base para a escravidão.

AH Protesta pro animal, a voz dos sem voz, na defesa dos direitos animais, da libertação ou abolicionismo, preconiza uma organização animal sem qualquer controle das pessoas, em que os indivíduos viveriam livremente, voltando a ser nativo defendido por lei como partes da natureza (Humanología).


Decreto federal nº. 24635, todo animal é tutelado do estado.

Não há nada de igualmente degradante e degenerativo para nossa humanidade do que comer um outro ser animal!

“Os animais são pessoas, como nos somos animais”. Teixeira Pascoaves

Os animais hoje são considerados simples maquinas automatas destinadas a servir de mera engrenagem dentro do processo de exploração econômica dos recursos naturais pela sociedade industrial emergente.

“Mede-se o grau de civilização de um povo pela forma como ele trata os animais”. Alexander Von Humbldt

“Não me interessa nenhuma religião cujos princípios não melhoram nem tomam em consideração as condições dos animais”. Abraham Lincoln

“O erro da ética ate o momento tem sido a crença de que só se deve aplicá-la em relação aos homens”. Dr. Albert Schweitzer

“Quem mata um boi é como o que tira a vida de um homem”. Isaías 66:3

“A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana”. Charles Darwin

“Enquanto o homem continuar a ser destruidor impiedoso dos seres animados inferiores, não conhecerá a saúde nem a paz. Enquanto os homens massacrarem os animais eles se matarão uns aos outros. Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor”. Pythagoras

“Não haverá justiça enquanto o homem empunhar uma faca o uma arma e destruir aqueles que são mais fracos que ele”. Issac Bashevis Singer (Nobel-1978)

“Eu não tenho duvidas que é parte do destino da raça humana, na sua evolução gradual, parar d comer animais”. Hery David Thoreau

“Virá o dia em que a matança de um animal será considerada crime tanto quanto o assassinato de um homem”. Leonardo da Vinci

“O animal selvagem e cruel não é aquele que esta atrás das grades. É o que esta na frente delas”. Axel Munthe

O vegetarianismo contribui para o equilibrio psico físico da pessoa e nos orienta para uma coerência ética na causa pelos direitos animais. Tudo que faremos a eles faremos a nos mesmos.

Os animais são diferentes não inferiores!

O movimento Direitos Animais trabalha basicamente com dois planos.

Educativo.

Jurídico.

Chega de exploração animal!

Direito Animal: A não ser propriedade de ninguém, e não ser torturado nem privado de sua liberdade.

“No necesitamos una nueva moral solo tenemos que dejar de excluir de la moral existente a animales de manera aleatória y sin razon aparente”. Helmut F. Kaplan

Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei, como o são os direitos do homem.

Lei nº. 10.406, de 10 de janeiro de 2002 artigo 1.228.
“O direito de propriedade deve ser exercido em consonância com as finalidades econômicas e sociais de modo que sejam preservados de conformidade com o estabelecimento em lei especial, a flora, a fauna, as belezas naturais, o equilíbrio ecológico e o patrimônio histórico e artístico, bem como evitada a poluição do ar e das águas”.
(Propriedade vinculada a ação social, ambiental e animal).

“Aos homens devemos justiça, mas aos animais devemos solicitude e benevolência”. Montaigne

Homem: Parasita da natureza e do mundo, filho do direito de propriedade, tudo tomou e nada deu.



Santana do Livramento, 26 de janeiro de 2010.

domingo, 22 de novembro de 2009


O Rebelde Osho
O REBELDE NÃO TEM caminho algum para seguir; aqueles que seguem algum caminho não são rebeldes. O próprio espírito de rebeldia não necessita de qualquer orientação. Ele é uma luz em si mesmo.
As pessoas que não podem se rebelar pedem por orientação, querem ser seguidoras. A psicologia delas é a de que ser um seguidor as alivia de todas as responsabilidades; o guia, o mestre, o líder, os messias se tornam responsáveis por tudo. Tudo o que se requer do seguidor é apenas que tenha fé. E apenas ter fé é um outro nome para a escravidão espiritual.
O rebelde está em um estado de tremendo amor pela liberdade - liberdade total, nada menos do que isso. Daí ele não ter salvador, mensageiro de Deus, messias ou guia algum; ele simplesmente vive de acordo com sua própria natureza. Ele não segue ninguém, não imita ninguém. Certamente ele escolheu o modo de vida mais perigoso, cheio de responsabilidades, mas de uma alegria e liberdade tremendas.
Ele muitas vezes falha, comete erros, mas nunca se arrepende de nada, porque aprendeu um profundo segredo da vida: ao cometer erros você se torna sábio.
Não existe outra maneira de se tornar sábio.
Ao extraviar-se, você conhece mais claramente o que está certo e o que está errado, porque tudo aquilo que lhe dá miséria, sofrimento, que torna sua vida uma escuridão sem fim, sem amanhecer.. isso significa que você se extraviou. Perceba-o - e volte novamente para o estado de ser onde você está em paz, silencioso, sereno, uma fonte de felicidade, e estará novamente no caminho certo. Não existe outro critério além desse.
Estar em estado de graça é estar certo. Estar infeliz é estar errado.
A peregrinação do rebelde está repleta de surpresas. Ele não tem mapa, nem guia, assim, a cada momento ele está entrando em um novo espaço, em uma nova experiência - em direção à sua própria experiência, à sua própria verdade, ao seu próprio êxtase, ao seu próprio amor.
Aqueles que são seguidores nunca conhecem a beleza de experienciar coisas novas. Eles sempre têm usado conhecimento de segunda mão, e fingido serem sábios. As pessoas são certamente muito estranhas. Elas não gostam de usar sapatos de segunda mão; nem mesmo em seus pés elas porão sapatos de segunda mão. Mas quanto lixo elas estão carregando em suas cabeças... simplesmente sapatos de segunda mão! Tudo o que elas sabem é emprestado, imitado, aprendido - não pela experiência, mas somente pela memória. O conhecimento delas consiste em memorização.
O rebelde não tem um caminho como tal. Ele anda, e faz o seu caminho enquanto anda.
O rebelde assemelha-se a um pássaro voando no céu; que caminho ele segue?
Não existem estradas no céu, não existem pegadas de pássaros ancestrais, de pássaros notáveis, Gautama Budas. Nenhum pássaro deixa qualquer pegada no céu; portanto o céu está sempre aberto.
Você voa e faz o seu caminho.
Encontre a direção que lhe dê alegria. Mova-se para a estrela que toque sinos em seu coração. Você deve ser o factor decisivo, ninguém mais!
É por isso que falei muitas vezes sobre o caminho do meio, quando estava contradizendo as pessoas que seguiam o extremo, porque o extremo nunca pode ser completo. Ele é somente uma polaridade. Em certos contextos eu o contradisse, dizendo que estar em uma polaridade é perder a outra polaridade, é viver somente metade da vida. Você permanecerá sempre sem alcançar algo tremendamente valioso, e você nunca saberá o que é.
Naquele contexto eu falei a respeito do caminho do meio.
O homem que percorre o caminho do meio, o centro dourado - exatamente no centro - tem ambos os extremos, como duas asas alcançando os ângulos mais distantes. Ele abrange toda a polaridade em seu ser. Ele permanece no meio, mas suas asas alcançam ambos os extremos simultaneamente. Ele vive uma vida de totalidade.
Mas em outro contexto, eu falei contra o caminho do meio - porque a vida não é tão simples de se compreender. Ela é o fenômeno mais complexo do mundo.
Ela tem que ser, porque é o mais evoluído estado de consciência de toda a existência.
A sua complexidade básica é que você nunca pode falar sobre ela em sua totalidade; você somente pode falar sobre um aspecto. E quando está falando sobre um aspecto você está automaticamente negando outros aspectos, ou pelo menos ignorando-os, e a vida é uma combinação de todas as contradições.
Assim, quando você está falando sobre um aspecto, o seu aspecto contraditório - que também faz parte da vida, tanto quanto o aspecto de que você está falando - tem que ser rejeitado, negado.
Compreender-me significa compreender tudo em um certo contexto. Nunca tome minhas palavras fora do contexto; do contrário você ficará simplesmente desnorteado, confuso. Algumas vezes falei sobre o caminho do meio porque, como lhes disse, ele abrange a totalidade da vida; sua beleza é sua totalidade. Algumas vezes falei em favor dos extremos, porque o extremo tem sua própria beleza.
A vida do homem que anda no centro é sempre morna. Ele é muito cauteloso. Ele dá cada passo muito calculadamente, com medo de que possa se mover para o extremo. O homem que segue o caminho do meio não pode viver com paixão; não pode queimar sua tocha da vida em ambos os extremos, simultaneamente. Para isso, é preciso aprender a vida nos pontos extremos. O ponto extremo conhece intensidade, mas não conhece totalidade. Assim, quando eu estava falando a respeito de intensidade, enfatizei os extremos. Mas tudo isso foi dito em um certo contexto.
Eu também disse que não havia caminho. Com a idéia de caminho, sempre concebemos estradas, auto-estradas, que já existem - você precisa apenas andar nelas. É por isso que tenho negado que exista qualquer caminho.
No mundo da realidade, você tem que criar o caminho enquanto anda sobre ele. À medida em que você anda, você cria, passo a passo, um caminho; aliás, você está entrando em um território desconhecido, sem qualquer fronteira, trilha ou marco. O seu andar está criando o caminho, certamente, mas você não o pode seguir; você já andou sobre ele - é desta forma que ele foi criado.
E lembre-se, seu caminho não vai ser o caminho de ninguém mais, porque cada indivíduo é tão único que se ele seguir o caminho de outro, ele perde sua própria identidade, ele perde sua própria individualidade, e esta é a experiência mais bela da existência.
Perdendo a si mesmo, o que você vai ganhar? Você se tornará simplesmente um hipócrita. É por isso que todas as assim-chamadas pessoas religiosas são os maiores hipócritas do mundo; elas estão seguindo Jesus Cristo, ou Gautama Buda ou Mahavira.
Essas pessoas não são somente hipócritas; essas pessoas são também covardes.
Elas não estão tomando a própria vida em suas próprias mãos, não estão sendo respeitosas com a sua própria dignidade, não estão tentando descobrir: "Quem sou eu?" Estão simplesmente tentando imitar alguém. Elas podem se tornar bons atores, mas nunca podem se tornar elas mesmas. E a sua representação - por mais bonita que seja, por mais correta que seja sempre permanecerá algo superficial, simplesmente uma camada de poeira sobre você. Qualquer situação a pode perturbar, e a sua realidade surgirá.
Você não pode perder a sua singularidade. Ela é seu verdadeiro ser. E particularmente o rebelde... sua própria base, sua própria espiritualidade, a totalidade de seu ser é uma afirmação de sua singularidade. Isso não significa que ele esteja afirmando o seu ego, porque ele também respeita a singularidade do outro.
As pessoas não são iguais, nem desiguais. Essas filosofias- são totalmente antipsicológicas, não são baseadas em verdades científicas. A própria idéia de igualdade é absolutamente sem fundamento. Como você pode conceber seres humanos únicos como sendo iguais?
Sim, a eles deveriam ser dadas iguais oportunidades - mas para quê? Por uma razão muito estranha. A eles deveriam ser dadas iguais oportunidades para que cresçam e sejam eles mesmos. Em outras palavras, a eles deveriam ser dadas iguais oportunidades para serem desiguais, para serem únicos. É a variedade de flores diferentes, de cores diferentes, de fragrâncias diferentes, torna o mundo rico. Todas as religiões tentaram deixar o mundo mais e mais pobre. Imaginem, hoje a população do mundo está chegando perto de - talvez ao final deste mês ela já tenha alcançado - cinco bilhões. Imaginem, cinco bilhões de pessoas como Mahavira, andando nuas por toda a terra. Elas nem ao menos encontrarão comida. Quem irá lhes dar? Onde irão mendigar? Porque para onde quer que se voltem, encontrarão um outro Mahavira, nu e faminto, pedindo por comida.
É bom que as pessoas não sejam tão estúpidas, que não tenham seguido toda essa gente até o fim. Despediram-se delas e disseram: "Nós adoraremos vocês, faremos templos para vocês, mas perdoem-nos, nós não podemos ir tão longe. Isso é somente para pessoas especiais" - somente para vinte e quatro pessoas em toda a criação, dentre as quais os historiadores pensam que vinte e uma são absolutamente falsas, nunca existiram; somente três são personagens históricas. Mas naquele tempo a idéia e o número vinte e quatro certamente se tornaram muito impressivos.
Algumas vezes os números também têm os seus dias de moda. Nos Estados Unidos, o número treze é considerado muito perigoso. Ora, ele é um pobre número como qualquer outro número; em todo o mundo, ninguém pensa nada sobre o número treze. Mas nos Estados Unidos, os hotéis simplesmente não têm o décimo terceiro andar; eles não o numeram. E então - depois do décimo segundo vem o décimo quarto! O décimo terceiro simplesmente não surge, porque ninguém quer permanecer no décimo terceiro andar. As prefeituras não podem por o número treze em nenhuma casa; o número treze simplesmente está faltando em cada cidade. Depois do doze vem o catorze, porque ninguém quer ter o número treze, ele é nefasto.
Nos dias de Mahavira o número vinte e quatro se tornou um número muito espiritual. Essas coisas acontecem como moda. Você não pode dar qualquer evidência muito racional do motivo de elas acontecerem. Os jainas declararam que têm vinte e quatro tirthankaras. O número vinte e quatro tornou-se importante porque o dia tem vinte e quatro horas, e toda a criação é concebida quase como um dia - metade será uma noite escura e metade estará cheia de luz. Em uma criação existirão vinte e quatro tirthankaras... exatamente como um velho relógio de parede com um sino que toca a cada hora. Esse tipo de relógio ainda existe nas torres das cidades e nas universidades. Ninguém quer esses relógios em casa, porque por toda a noite você não pode dormir. O relógio não tem consideração se você está dormindo ou acordado; ele simplesmente segue em frente mecanicamente. A mecânica da existência, de acordo com o jainismo, é que cada hora da existência - isso significa milhões e milhões de anos - será precedida por um tirthankara e sucedida por outro. É por isso que existem vinte e quatro tirthankaras. Somente três, ou no máximo quatro; o quarto é um pouco duvidoso... mas vinte são certamente uma criação da imaginação para completar o número vinte e quatro.
Gautama Buda... seus seguidores certamente devem ter sentido: "Nós somos muito pobres, temos somente um buda e essas pessoas têm vinte e quatro tirthankaras, todos acordados, todos iluminados. Nossa religião é muito pobre, algo deve ser feito". Essa é uma clara competição no mercado! Eles não podiam dizer que houve vinte e três budas antes, porque não havia a menor indicação em sua história, não havia templo dedicado a qualquer outro buda, nem escritura descrevendo qualquer outro buda. Isso era muito difícil para eles, assim encontraram uma nova maneira. Eles criaram uma história de que o próprio Gautama Buda nascera vinte e três vezes anteriormente. Tudo o que ele dissera anteriormente, iria dizê-lo completamente refinado, bem sistematizado, na vigésima quarta vez, quando ele estaria vindo pela última vez ao mundo - e é por isso que não existe nenhuma escritura. Mas eles conseguiram o número vinte e quatro.
Até aquele momento os hindus tinham somente dez avataras, dez encarnações de Deus. De repente eles se sentiram... até a época de Mahavira, todas as escrituras descrevem somente dez encarnações de Deus. Mas de repente eles viram que pareciam pobres no mercado, se alguém perguntasse - só dez? Os jainas têm vinte e quatro, os budistas têm vinte e quatro; vinte e quatro é a lei universal, porque naquela época essas eram as únicas três religiões na Índia.
Os hindus estavam em grande perplexidade, o que fazer? - porque todas as suas velhas escrituras dizem que há somente dez encarnações. Eles estavam em uma situação mais difícil do que os budistas. Pelo menos os budistas não tinham escrituras, assim eles arranjaram uma bela história: nada foi registrado porque em sua última encarnação, Buda diria a versão mais refinada. Ele ensaiou vinte e três vezes, na vigésima-quarta ele virá com absoluta perfeição. Desta vez será registrado, estátuas serão feitas, templos serão feitos. Pelo menos nada era contrário à imaginação deles; eles podiam dar um jeito, no vácuo, para preencher os intervalos com budas imaginamos. Mas os hindus estavam em maior dificuldade. Todas as suas escrituras, sem exceção, estavam falando apenas de dez. Mas eles começaram a escrever novas escrituras, sem se preocuparem com a tremenda contradição criada por isto.
Todas as escrituras criadas pelos hindus depois de Buda e Mahavira, têm vinte e quatro encarnações de Deus. O número tem que ser igual! Essas religiões não têm ensinado a verdade. Essas religiões têm apenas escravizado a humanidade. Elas estavam tentando trazer para o seu rebanho tantas pessoas quanto podiam, porque números trazem poder. E os covardes estavam prontos para seguir o rebanho, a multidão, porque os covardes estavam se sentindo sozinhos, com medo. Este vasto universo e você está sozinho... ninguém, nem mesmo um companheiro - completo silêncio nos céus, ninguém para lhe mostrar o caminho, ninguém para lhe dar orientação.
O rebelde é o ser espiritual real. Ele não pertence a rebanho algum, não pertence a sistema algum, não pertence a organização alguma, não pertence a filosofia alguma. Em palavras simples e conclusivas: ele não se empresta aos outros. Escava fundo dentro de si mesmo e encontra seus próprios néctares de vida, encontra suas próprias fontes de vida.
Qual a necessidade de um caminho? Você já está aqui - você existe, você é consciente. Tudo aquilo que é necessário à busca básica é dado a você pela própria existência.
Olhe para dentro de sua consciência e descubra o seu sabor. Olhe para dentro de sua vida e descubra a sua eternidade. Olhe para dentro de você mesmo e descobrirá que o mais puro, o mais sagrado templo é o seu próprio corpo - porque ele guarda o sagrado, o divino, tudo o que é belo, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é valioso.
Você está perguntando: "O que guia o rebelde?" Esta é a beleza do rebelde: ele não necessita de um guia. Ele é seu próprio guia, é seu próprio caminho, é sua própria filosofia, é seu próprio futuro.
Ele é uma declaração de que "Sou tudo o que preciso e a existência é meu lar. Não sou um estranho aqui".

quarta-feira, 4 de novembro de 2009


Trecho do livro “O Sistema” a ser lançado no ano de 2010.
Projeto Existencial

“Viver é se projetar no futuro. Ele será tal qual ele se fizer”. Jean-Paul Sartre.

“O homem é responsável por aquilo que ele é”.

“O homem é responsável por todos os homens”.

Querendo a Liberdade, escreve Sartre “Descobrimos que ela depende inteiramente da Liberdade dos outros e que a Liberdade dos outros depende da nossa. Não é a minha Liberdade apenas que é o fim: não posso tomar a minha Liberdade por fim se não tomo a dos outros por fim”.

“Não apenas sua Liberdade é egoísta e solitária, mas a Liberdade que ergue o projeto da Libertação de todos os homens, por isso, transforma-se em participação política e social”.

Deus (Teísmo)
Homem (Humanismo) > Principal característica do Renacentismo/Renascença.
Leonardo da Vinci 1452-1519



Intimidação

A população não conhece as leis.
Temos que questionar é o governo, que é a sociedade organizada, em vez de ficar vendo o mal individualmente, e querendo culpar, analfabetos, desajustados sociais, donde não foram cumpridas as exigências constitucionais para com esse indivíduo, regulamentadas em “Leis”. Império Romano (Coliseu).

Dario Correa 15/11/03


Enciclopédia do Advogado Leib Soibelman (Biblioteca SESI)

“A absolvição do culpado é a condenação do juiz”.
“Latim: Judex damna tu rubi nocens absolvitur” Publilio Siro 104-41 a.c.

Abuso do pátrio poder. (Políticos) (Governantes)

(Justo) “Nem tudo que é lícito é honesto” Paulo

“Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.

(Cristianismo) Resolveu a moral para Deus e o jurídico para o Estado.

Direito= Mínimo ético-moral necessária para a vida social. Jellinek

Moral= Unilateral/Autônoma.

Direito= Bilateral/Heterônomo (Legislador) Kant.

“O direito é necessário, mas insuficiente para regular o agir humano”. Del Vecchio.

“È preciso não esquecer que o homem que não falta a qualquer dever jurídico pode, todavia ser pobre de sabedoria e humanidade”. Miguel Reale.

Direito moral do autor.

“Lei tem um caráter puramente estatal, independente de um conteúdo ético”.

Direito Natural: Originário de Deus.

“Sexo frágil: 2004 o ano da Mulher”.

A revolta do proletariado

“Doe órgãos, salve vidas, seja um herói”. Pe. Marcelo Rossi

Tortura (Histórico)= Os romanos herdaram esta concepção dos gregos, e torturaram acusados e testemunhas, sendo uma coisa e não um ser humano, lógica: Descoberta da verdade.

Tragédia Burguesa= De um homem casado pode-se esperar tudo, ele não teme enfrentar a opinião publica, mas não agüenta enfrentar a própria família.

“Trazer filhos a existência e tomar o compromiso de ser sua providenciam, de afastar dele o sofrimento e a necessidade”. Frank

“A lei e a razão sem paixão”. Aristóteles

“A suspeita e a justiça das paixões”. Rui Barbosa

“A vingança é um prato que se come frio”. Paciência/Premeditação.

“Quanto mais corrompido um Estado, maior o numero de leis”. Tácito.

“Democracia coroada”. Período Dom Pedro II

“Desde que as sociedades existem, um governo sempre foi, necessariamente, um contrato de seguro feito entre os ricos contra os pobres”. Balzac

Ética de Publicidade= “Todo anuncio deve ser honesto e verdadeiro. Compro, logo existo”. Carlos Queiroz Teles parodiando Descartes.

“Sejamos escravos da lei, para podermos ser livres”. Cícero

“No Brasil nada se cria tudo se copia”. Anônimo

Jaula de Ferro= Max Weber sociólogo alemão vaticinou que o homem moderno passaria a viver numa autentica jaula de ferro devido ao excesso de racionalização e burocratização da sociedade.

Jubileu do Delinqüente= È como Bentham chamou a anistia.

Zoofilia= Bestialismo ou bestialidade (sexual).

Lei Natural= Opõe-se as Leis Positivas feitas pelo homem

Governos Títeres= Indicados ou permitidos por potencias estrangeiras (FMI)

Amoralismo= Indiferença ao caráter moral dos atos, sem critério.

“A propriedade é um roubo”.

Retro= Para trás.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009


Por uma nova ética & moral.



"Morrer se preciso for; matar nunca".

Marechal Candido Mariano da Silva Rondon